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Edifício da Câmara Municipal de Lisboa

O envelope remetido à Câmara Municipal de Lisboa e que levou uma funcionária a sentir-se indisposta e receber assistência hospital não continha qualquer substância tóxica ou perigosa, disse fonte da Polícia Judiciária.

A mesma fonte indicou que o envelope foi analisado por um laboratório que certificou que a carta não continha substâncias perigosas ou tóxicas que pudessem provocar qualquer malefício à saúde.

A funcionária da Câmara Municipal de Lisboa sentiu-se mal quando abriu uma carta, na passada terça-feira, sofrendo tonturas, dores de cabeça, irritação nos olhos e bloqueio das vias respiratórias. Acabou por ser hospitalizada com ferimentos ligeiros

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“Recebemos uma informação de uma senhora funcionária da Câmara Municipal de Lisboa por volta das 18:16 de que, ao abrir uma carta dirigida à câmara, se terá sentido indisposta”, disse, na altura, fonte da PSP.

Segundo o Correio da Manhã, o envelope que foi remetido do Reino Unido continha um pó branco com um cheiro intenso e era dirigido ao presidente da autarquia, Fernando Medina.

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