Um navio da Marinha italiana descobriu, entre as ilhas de Stromboli e Sicília, os destroços do cruzador ligeiro italiano Giovanni Delle Bande Nere, afundado a 1 de abril de 1942 por um submarino britânico.

De acordo com o jornal local La Sicilia, a descoberta inesperada aconteceu durante uma missão rotineira de verificação de equipamento e inspeção do fundo do mar no Mar Tirreno.

Segundo a mesma fonte, o navio italiano foi encontrado entre 1.460 a 1.730 metros de profundidade, a 20 quilómetros ao sul de Stromboli, região no sul de Itália.

No momento em que a embarcação afundou, o Giovanni Delle Bande Nere – assim batizado em homenagem a um comandante do século XVI da Toscana – partia da região de Messina, a sul, para a região de La Spezia, a norte do país, tendo sido escoltado pelo contratorpedeiro Aviere e pelo torpedeiro Libra.

Enquanto navegava, o navio foi atingido por dois torpedos lançados pelo submarino britânico Urge. O cruzador italiano foi atingido em várias secções, tendo afundado em menos de 2 minutos. Grande parte da tripulação, composta por 507 marinheiros, morreu.

A Marinha italiana sublinhou que a descoberta foi feita graças a equipamentos submersíveis de investigação subaquática, que equipam o moderno destruidor Vieste da Marinha italiana.

Foi através deste navio de guerra projetado para “caçar” minas que foi possível reduzir a área da provável localização do navio naufragado, mapear o relevo submarino e captar fotografias e vídeos dos destroços mais tarde encontrados. Entre os objetos, é possível ver um canhão, o sino do navio, um tubo de torpedos e uma hélice.

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