Tânia Rêgo / ABr

Conhecida por “droga zombie” ou “flakka“, esta substância tóxica criada na China leva quem a consome a comportamentos psicóticos e canibais e já há relatos de casos detectados em Portugal.

O Jornal de Notícias avança, na sua edição impressa desta quarta-feira, que foram sinalizados 41 casos do uso da “droga zombie no nosso país, 30 em 2015 e 11 em 2016, segundo dados do Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária.

As autoridades nacionais estão preocupadas com a situação, conforme assinala o diário, tanto mais que estamos perante uma droga que pode, facilmente, comprar-se pela Internet e a preços bem mais acessíveis do que outras substâncias tóxicas, como a cocaína.

Nos EUA, já foram detectados casos de flakka” disfarçada de doces, algo que gera ainda maior preocupação às autoridades.

A substância originária da China é uma droga sintética que leva os consumidores a comportamentos paranóicos e, inclusive, a comerem partes do próprio corpo

ou a atacarem outras pessoas.

Considerada muito perigosa e fatal, podendo provocar sérios riscos de saúde, a “droga zombie” já foi associada a vários casos de morte na Europa.

Os seus efeitos para a saúde, a médio e longo prazo, não foram ainda suficientemente estudados.

Pela Internet é possível encontrar vários vídeos que revelam os efeitos terríveis que a “droga zombie” provoca, deixando as pessoas com comportamentos psicóticos, algumas acreditando que são zombies e atacando quem encontram na rua, atirando-se contra carros, sentindo-se perseguidas pelo diabo ou alvo de tiroteios ou, simplesmente, exibindo-se nuas.

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