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Madeleine McCann, conhecida como ‘Maddie’, desapareceu na Praia da Luz, no Algarve, a 3 de maio de 2007

Jim Gamble, um dos principais detetives envolvidos no caso do desaparecimento de Maddie, acredita que o caso se vai resolver por uma possível confissão ou avanço tecnológico.

A polícia portuguesa e britânica fizeram, recentemente, avanços significativos na investigação ao desaparecimento de Maddie. O novo suspeito será o alemão Martin Ney, um pedófilo condenado em 2011, pela morte de três crianças, e que estaria na Praia da Luz, no Algarve, em Maio de 2007, quando a menina inglesa sumiu.

Agora, Jim Gamble, um dos principais investigadores britânicos, diz que o desaparecimento de Maddie poderá ser resolvido pela confissão do culpado ou por avanços tecnológicos.

“Acredito genuinamente que a consciência de alguém ou os avanços tecnológicos, levar-nos-ão a um ponto durante a minha vida onde descobriremos o que aconteceu a Madeleine”, disse Jim Gamble ao Daily Star.

Gamble acrescentou ainda que “se envolver um sequestrador, alguém terá visto alguma coisa”. Contudo, o caso arrasta-se desde 2007 e, após inúmeros suspeitos e alegadas testemunhas interrogadas, não se chegou a nenhuma resposta conclusiva.

“Alguém deverá ter suspeitado de algo e, talvez por lealdade pessoal ou por um relacionamento, ou outra coisa qualquer, o facto de eles não terem certezas, faz com que guardem isso para si mesmos”, disse o inspetor em declarações ao jornal britânico.

No entanto, Jim Gamble acredita que essa realidade pode mudar e “à medida que o tempo passa, os relacionamentos mudam e as pessoas que fizeram as coisas têm experiências que mudam a sua vida e que fazem com que sintam a necessidade de contar“.

Além da possibilidade de confissão, o inglês abre ainda portas a que avanços tecnológicos possam solucionar o caso. Atualmente, a polícia está a investigar 13 suspeitos que agiram de forma suspeita, antes e depois de Maddie ter desaparecido.

No campo da tecnologia, um especialista americano diz-se capaz de resolver o caso em apenas uma semana. Mark Perlin diz que uma nova análise de ADN poderia ser a solução para o desaparecimento da criança britânica. A polícia tem a amostra, mas Perlin diz que as autoridades não a sabem interpretar corretamente.

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