Javier Lizon / EPA
O português Cristiano Ronaldo ganhou hoje pela quinta vez a Bola de Ouro, prémio atribuído pela revista francesa France Football ao melhor futebolista do ano, somando o quarto troféu nos últimos cinco anos.
O caitão da selecção nacional, Cristiano Ronaldo, que conquistou em 2017 a Liga dos Campeões, a Liga espanhola, a Supertaça europeia e a Supertaça espanhola pelo Real Madrid, igualou os cinco troféus do argentino Lionel Messi (2009 a 2012 e 2015).
O ‘capitão’ da seleção lusa, que recebeu o troféu numa cerimónia realizada na Torre Eiffel, em Paris, já tinha arrebatado a Bola de Ouro em 2008, 2013, 2014 e 2016, nas edições intermédias num prémio entregue conjuntamente pela France Football e a FIFA.
Desde 2006, ano em que o defesa central italiano Fabio Cannavaro conquistou a Bola de Ouro, que o troféu é atribuído ao melhor marcador da Liga dos Campeões.
Ronaldo tinha já também sido em outubro eleito pela 5ª vez o melhor futebolista do ano da FIFA, prémio agora designado ‘The Best’, igualando o ‘penta’ do argentino Lionel Messi, depois dos triunfos em 2008, 2013, 2015 e 2016.
O brasileiro Kaká, melhor goleador da Champions 2006/07, com 9 golos, foi Bola de Ouro em 2007, iniciando uma lista de vitórias alternadas entre Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi, que venceram o troféu sempre que se sagraram Melhor Marcador da Champions League.
Ronaldo estará assim bem posicionado para conquistar a sua sexta Bola de Ouro no próximo ano, já que lidera destacado a lista dos melhores marcadores da edição 2017/18 da Champions, com 9 golos.
[sc name=”assina” by=”ZAP” url=”” source=”Lusa” ]
Na notícia não referem as declarações infelizes e vergonhosas de auto-elogio/comiseração, proferidas em entrevista à France Football.
Ao menos, preservam-lhe um pouco a imagem, ele agradece.
(surpreende-me, visto que em outras ocasiões estivestes aqui a 'agitar' a bandeira do direito/dever a informar)
Que tenha talento e seja actualmente o melhor, é inegável.
Que esteja convencido de ser um deus, é claro ao mundo.
Mas espressar-se em tais modos, é verdadeiramente uma vergonha, è digno de piedade, e define de uma vez por todas o seu nível, em particular de inteligência.
Terá bons conselheiros, que o guiam e o mantêm num percurso profícuo - e com isso ganham chorudamente - e evitam mais e frequentes episódios destes.