Sanofi Pasteur / Flickr
O caso remonta a 2017, quando uma criança de seis anos não vacinada contraiu tétano depois de uma queda. Esteve 57 dias nos cuidados intensivos e os tratamentos custaram milhares de euros.
O caso foi revelado esta sexta-feira pelo Centro de Controlo de Doenças dos Estados Unidos e conta a história de como um menino de seis anos contraiu tétano depois de uma simples queda enquanto brincava, tendo de enfrentar tratamentos intensivos durante quase dois meses, que resultaram num gasto de milhares de euros em hospitais.
Segundo um relatório do centro norte-americano, a criança caiu enquanto brincava no exterior de uma casa e fez um corte na testa. Em vez ser tratado no hospital, a ferida do menino foi desinfetada e suturada em casa, aparentando estar tudo controlado.
No entanto, ao fim de seis dias a criança começou a ter episódios de choro, rangia os dentes e tinha espasmos musculares. Quando chegou ao ponto de arquear o pescoço e as costas e não conseguir sequer respirar, a família decidiu pedir ajuda médica.
Quando chegou ao hospital, o menino de seis anos foi diagnosticado com tétano e, devido à dificuldade em abrir a boca, não conseguia beber água ou ingerir qualquer alimento. Foi sedado, entubado e esteve ligado às máquinas, tendo sido administradas várias doses de vacinação contra a doença.
Esteve em tratamento intensivo, precisou de um ventilador para respirar e de medicação constante através de soro para controlar a dor, a pressão sanguínea e os espasmos.
Mais de um mês depois, a criança conseguiu andar pela primeira vez, com ajuda, precisando ainda de mais duas semanas de reabilitação para recuperar os movimentos. Foi transferida para a unidade de cuidados intermédios.
O menino precisou de 57 dias de internamento em terapia aguda, incluindo 47 dias na unidade de terapia intensiva. As despesas de internamento totalizam 811.929 dólares (excluindo transporte aéreo, reabilitação de pacientes internados e custos de acompanhamento)”, explicou o relatório do Centro de Controlo de Doenças.
Não se sabe se os pais do menino são anti-vacinação ou se houve outro motivo por detrás do facto de a criança não estar vacinada contra o tétano, mas o centro informou ainda que “apesar da extensa revisão dos riscos e benefícios da vacinação contra o tétano pelos médicos, a família recusou uma segunda dose de DTaP [nome da vacina contra o tétano] e quaisquer outras vacinas recomendadas”.
Este foi o primeiro caso de tétano diagnosticado numa criança em Oregan em 30 anos. Entre 2009 e 2015 foram identificados 197 casos de tétano e 16 mortes relacionadas nos EUA. Em alguns destes casos, a conta hospitalar chegou a atingir os milhões de dólares.
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E quantos estao com problemas imunitários, de alergias, de autismo, por o aluminio e outros excipientes das vacinas se acumularem no cérebro?
As vacinas provocam muito mais problemas do que os que resolvem é um grande negócio sobre o qual não se fazem estudos sobre os efeitos adversos.