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O Governo prevê encaixar 3.675 milhões de euros com a receita global dos impostos que incidem sobre o setor automóvel, mais 578 milhões de euros do que em 2015.

De acordo com as contas  do Público, esta subida de 19% na cobrança face ao ano passado é resultado do agravamento do imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP), o imposto sobre veículos (ISV) e o imposto único de circulação (IUC), no total de 578 milhões de euros.

Deste total de 3.675 milhões de euros, 74,5% dizem respeito ao ISP (2.703 milhões) – que vai levar ao aumento de seis cêntimos no preço da gasolina e do gasóleo -, 18% do ISV (661 milhões), pago na altura de matriculação do automóvel, e os restantes 8,5% do IUC.

O IUC é pago todos os anos pelos proprietários dos veículos e terá um aumento de 0,5% para todos os automóveis, segundo uma simulação da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA).

Uma outra parte da receita, de acordo com o Público, deverá surgir através do “reforço do crescimento da atividade económica e do agravamento da tributação”, com o aumento de vendas de carros e do abastecimento de combustível e a evolução dos preços.

ZAP