Paulo Cunha / Lusa
O ambientalista Arlindo Marques afirma que o foco da poluição terá origem em empresas de Vila Velha de Rodão.
O processo de averiguações em torno do crime de poluição no Tejo foi alvo de mais um percalço. Desta vez, o computador com a base de dados recolhida pela Inspeção-Geral do Ambiente (Igamaot) da Celtejo foi roubado.
O computador com a base de dados recolhida pela Inspeção-Geral do Ambiente (Igamaot) da Celtejo foi roubado. O assalto ocorreu no dia 3 de fevereiro na Mealhada, enquanto um dos inspetores do ambiente jantava num restaurante.
As autoridades descartam a hipótese de tentativa de boicote à investigação e consideram ainda tratar-se de “mais um assalto, como muitos outros que acontecem naquele local”, avança o Expresso.
As câmaras de vigilância do restaurante captaram o momento do assalto, no qual os assaltantes abriram a viatura do inspetor e retiraram a mochila que continha o computador.
No entanto, a informação contida no dispositivo não foi perdida, já que foi descarregada dois dias antes do assalto na sede da Igamaot, em Lisboa. O material informático em questão é um dos elementos que se encontra sob investigação e salvaguardado pelo segredo de justiça
.Como destaca o jornal, a análise deste material é crucial na investigação ainda em curso, dado que permitirá verificar se houve ou não uma descarga excessiva ou um incidente na ETAR industrial da Celtejo. Além disso, revelará também se a Celtejo estava, de facto, a cumprir a ordem de reduzir as descargas para metade, imposta a 27 de janeiro.
Nuno Banza, inspetor-geral do Ambiente, sublinhou há cerca de três semanas que “o enfoque está na investigação policial“, que passa, também, pela análise pericial da base de dados em questão.
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Já são muitos casos, isto é uma MÁFIA !