Paul Buck / EPA

Carrie Fisher com a mãe, Debbie Reynolds

O irmão da atriz foi visto no funeral a transportar uma urna de porcelana em forma de comprimido do conhecido antidepressivo Prozac.

Há quem garanta que este episódio é a prova de que o sentido de humor da ‘Princesa Leia’, de ‘Star Wars’, continua vivo e bem presente no dia a dia dos familiares e amigos que deixou a 27 de dezembro último, vítima de um ataque cardíaco.

As cinzas da atriz Carrie Fisher, segundo informam várias publicações norte-americanas, foram depositadas numa urna de porcelana em forma de um conhecido antidepressivo.

A peça, a imitar um comprimido de Prozac, um modelo único feito na década de 50 do século passado, foi transportada por Todd Fisher para o memorial privado de homenagem conjunta à sua irmã e à mãe de ambos, a também atriz Debbie Reynolds

, que faleceu enquanto tratava do funeral da filha.

“O objeto favorito de Carrie sempre foi esse comprimido gigante de Prozac que ela comprou há muitos anos”, explicou o irmão da atriz, que ficou conhecida por ter sempre falado abertamente sobre os seus problemas mentais, incluindo a sua bipolaridade.

“Sou uma doente mental, não tenho vergonha de assumir isso. Consegui sobreviver a isso”, assumiu Fisher em tempos, numa entrevista.

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