Justin Lane / EPA
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, na Assembleia-Geral da ONU
O Governo de Jair Bolsonaro congelou o programa Bolsa Família mesmo nas regiões mais pobres do país. Entre junho e outubro de 2019, uma em cada três das cidades mais carenciadas não teve novos apoios.
Esta segunda-feira, o jornal Folha de S. Paulo cita dados entre junho e outubro do ano passado para sustentar que uma em cada três das cidades mais carenciadas do Brasil não teve novos apoios nos últimos cinco meses.
O levantamento considera os 200 municípios brasileiros de menor rendimento per capita apontados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2017. Segundo o matutino, em todos eles houve um recuo na cobertura e um ritmo de atendimento a novas famílias muito menor do que em períodos anteriores.
A entrada de beneficiários no programa Bolsa Família passou a ser controlada pelo Governo desde o ano passado. A fila de espera voltou a aumentar, sendo que, em janeiro, cerca de um milhão de famílias aguardava resposta do Ministério da Cidadania.
O diário brasileiro destaca ainda que, entre janeiro de 2018 e maio do ano passado, 26 famílias passavam a ser atendidas por mês no grupo das 200 cidades mais pobres. Contudo, de acordo com os dados mais recentes, a média mensal passou para apenas cinco famílias.
Além disso, entre as duas centenas, 37 cidades tiveram apenas um benefício libertado entre junho e outubro, e em 64 delas houve um bloqueio total no mesmo período.
A Bolsa Família atende famílias com filhos até aos 17 anos de idade que vivem em situações de pobreza extrema, com rendimentos mensais per capita até 89 reais (18,8 euros), e pobreza, com rendimentos entre 89,01 e 178 reais (37,62 euros) por mês.
O benefício médio é de 191 reais (40,37 euros).
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O problema não é o governo Bolsonaro, e sim as pessoas que se aproveitam dos benefícios para continuarem na pobreza.
Há vários casos de pessoas que usam o dinheiro para bebidas e produtos que não são de gênero alimento, tão pouco educativo.
O pior são nas fraudes já detectadas pelo governo, justamente nas regiões mais pobres, de pessoas que viviam muito bem e não declaravam e ainda recebiam o bolsa família. Houve cidades que chegou a ultrapassar os 60 mil casos de fraude.
Ou seja, o benefício na verdade era uma fraude.
Agora, impor ao governo está culpa é muito apelo de um jornal que no Brasil não tem credibilidade.
Mais de 80% da população brasileira não lê, bem acredita nas matérias da folha de São Paulo. Apenas a mídia esquerda que aproveita de várias matéria tendenciosas para fazerem mais barulho contra o governo.
Vergonha de mídia!