Mário Cruz / Lusa
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins
O Bloco de Esquerda queria ouvir o ex-conselheiro de Estado numa audição, no âmbito dos trabalhos da comissão parlamentar que vai definir a estratégia para o Portugal 2030, mas o sociólogo faleceu em novembro de 2016.
Segundo o Eco, o Bloco de Esquerda pediu para ouvir em audição o antigo conselheiro de Estado e ex-presidente do Conselho Económico e Social, Alfredo Bruto da Costa, no âmbito do requerimento, entregue já fora de prazo, à comissão parlamentar que vai definir a estratégia para o próximo quadro comunitário, o Portugal 2030.
O problema, escreve o jornal económico, é que o sociólogo não poderá estar presente nessa audição, uma vez que já faleceu
a 11 de novembro de 2016, com 78 anos de idade.O prazo para a entrega do requerimento tinha acabado na segunda-feira e também o PCP não cumpriu o “deadline”, que já tinha sido revisto pela segunda vez. De acordo com o jornal, só o CDS e o PS entregaram os requerimentos dentro do prazo determinado.
O Bloco percebeu o “lapso” e, na quinta-feira, entregou uma nova versão do documento, no qual já não consta o nome do sociólogo e são acrescentados o Centro de Investigação em Tecnologias Agroambientais e Biológicas da Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, o Mecanismo Nacional de Monitorização da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os professores Rui Cortes e José Reis.
Engenheiro, doutorado em sociologia, Bruto da Costa foi ministro dos Assuntos Sociais no Governo de Maria de Lurdes Pintassilgo, Provedor da Misericórdia de Lisboa e, entre 2003 e 2009, presidente do CES. Tomou posse como conselheiro de Estado em setembro de 2014, escreve o Observador.
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É só uma pequena amostra do valor que dão às pessoas.É a tal política pura e dura e gelada.