Millennium BCP
O Banco Comercial Português (BCP) continua a viver dias difíceis na Bolsa de Lisboa e, nas últimas horas, as suas acções atingiram valores mínimos históricos, abaixo dos dois cêntimos por título.
Nesta terça-feira, as acções do BCP desceram 8,36%, chegando aos 0,0185 euros (1,85 cêntimos), conforme aponta o Jornal de Negócios, referindo que se trata de “um novo mínimo histórico”.
Os títulos do banco estão em queda há cinco sessões consecutivas, tendo descido em 16 dos últimos 18 dias.
Nem as garantias do presidente executivo do BCP, Nuno Amado, de que não está previsto um aumento de capital contrariam a tendência de queda.
Na semana passada, em entrevista à Reuters, Amado disse que os “accionistas podem estar tranquilos” porque “não está a ser equacionada qualquer operação relacionada com o Novo Banco que implique aumentos de capital”.
O Jornal de Negócios explica que o banco está a ser penalizado por factores específicos que afectam a banca portuguesa, mas também pelos receios dos investidores com um eventual “Brexit”, a saída da Grã-Bretanha da União Europeia que vai a referendo a 23 de Junho.
ZAP
Mas quem é que ainda desconhece que o chamado BCP tem pernas para andar? Basta trabalhar com eles para ver o seu desespero nas comissões que cobram, nas avaliações a 500€ ou lá próximo que levam e por aí a adiante. De duas uma: ou há um magnata banqueiro que esteja interessado a comprar o lixo que acumularam desde 2008, dar-lhe uma injecção de capital fresco, oleá-lo bem oleado e pô-lo novamente a andar com a maioria dos serviços em sistema de digitalização, chamando ao banco dos réus os ex-ministros, que nada sabiam nem sabem fazer, mesmo depois de serem ministros, e para que a culpa não morra solteira, como é useiro e beseiro neste país de m. ou caso contrário o "banquinho" que já foi da "opus dei" (e nesse tempo funcionava bem e barato) vai dar um estoiro que nem um sapo e será vendido por 100 ou 200 milhões de euros. E já não faltam corvos a sobrevoar o cadáver, mesmo tendo accionistas à antiga que são homens para pedir dinheiro, restaurar o esqueleto e pagar a quem devem.