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Em nome da luta contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo, uma nova regra europeia obriga a que os dados de quem transfere e de quem recebe mil ou mais euros sejam fiscalizados pelos bancos.
A partir de 25 de junho, os bancos terão de passar a verificar “com exatidão” as informações referentes a transferências bancárias iguais ou superiores a mil euros, nomeadamente os dados relativos tanto a quem dá a ordem de transferência como ao destinatário, noticia o Diário de Notícias.
As novas regras relativas a transferências de fundos no contexto de prevenção de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo foram definidas pela Comissão Europeia a 20 de maio, e todos os Estados membros são obrigados a aplicá-las: o regulamento 2015/847 a partir do dia 25, e a diretiva 2015/849 nos próximos dois anos.
Este patamar surge também para prevenir situações de financiamento de terrorismo. O valor pode parecer baixo, mas uma fonte policial explicou ao DN que “nos casos de financiamento do terrorismo essas quantias costumam ser mesmo pequenas, de forma a serem mais dificilmente detetáveis pelas autoridades”.
O regulamento surge também quatro meses depois da descoberta de um dos maiores escândalos financeiros das últimas décadas, envolvendo o banco HSBC, cuja filial em Genebra terá ajudado clientes a ocultarem milhares de milhões de euros em offshores.
O caso, que ficou conhecido como SwissLeaks, apontou 220 clientes com nacionalidade portuguesa com contas no banco suspeito, de um total de 611 pessoas com ligações a Portugal e conta no HSBC.
ZAP
Bancos vão passar a fiscalizar transferências a partir de mil euros.
A C.E. só olha para os gaios pequenos, mas os graúdos esses sim andam à vontade.
C.E. está mesmo em estado de podridão é uma UE falhada que nada faz a não ser ganhar ordenados chorudos à custa de quem trabalha são uma cambada de PÀRIAS.