Hugo Delgado / Lusa
O PSD está a equacionar colocar Pedro Santana Lopes como cabeça de lista por Lisboa nas eleições autárquicas de 2021, avança o Jornal de Notícias.
De acordo com o Jornal de Notícias, que avançou a notícia esta quarta-feira, o nome do ex-primeiro-ministro Pedro Santana Lopes está a ser equacionado pela ser cabeça de lista do PSD por Lisboa nas eleições autárquicas do próximo ano.
O JN adiantou que Santana Lopes jantou esta quarta-feira com o líder social-democrata Rui Rio num restaurante em Lisboa para discutir a possibilidade de uma nova candidatura.
Rio está agora a ponderar a questão, de acordo com a TSF.
Antes desse encontro, Santana Lopes publicou no Facebook uma fotografia de quando ganhou a Câmara Municipal de Lisboa nas eleições autárquicas de há 19 anos.
Pedro Santana Lopes saiu do PSD em 2018 para fundar o partido Aliança, de onde se desvinculou já este ano, depois do segundo Congresso, a 26 de setembro.
A Aliança nunca conseguiu afirmar-se desde o seu nascimento. Em setembro de 2018, falhou em eleger um eurodeputado nas europeias. Em 2019, também não conseguiu eleger nenhum deputado à Assembleia da República. Face aos resultados, Santana colocou o seu lugar à disposição do Senado, que, não obstante, manteve a confiança
no ex-PSD.Santana Lopes já tinha dado pistas que estaria a ter dificuldades em conciliar a sua vida política com a sua vida profissional. Em junho, pediu para suspender as suas “funções executivas” na liderança do partido pelas mesma razões de agora.
No final de novembro, Paulo Bento, recém-eleito presidente do Aliança, e Rui Rio, líder do PSD, encontraram-se para discutir a possibilidade de os dois partidos concorrerem coligados nas eleições locais de 2021, no âmbito de um eventual entendimento que pode também envolver o CDS.
[sc name=”assina” by=”Maria Campos, ZAP” url=”” source=””]
Não acredito Dr Rui Rui, eu bem quero votar no seu partido, mas assim não vamos lá!
Esse homem saiu para fazer uma partido, dividiu o PSD, e agora vai encabeçar por Lisboa?
Caso para dizer que não existe mais mão e obra na politica, ar novo e ideias novas precisam-se já, Chega!