O novo fuzil do exército americano pode vir equipado com uma tecnologia de reconhecimento facial. A arma terá também um sensor de vento e um software de identificação de alvo.
A utilização de tecnologia em armamento é cada vez mais comum e o exército americano não quer ser exceção. Tanto que o próximo fuzil usado pelos soldados pode vir equipado com uma tecnologia de reconhecimento facial e outras funcionalidades inovadoras.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, segundo o Tech Explorist, abriu um concurso para que empresas criassem um protótipo para uma nova arma que seria usada pelo exército norte-americano. Reconhecimento facial, sensor de vento e software de identificação de alvo foram impostos pelo departamento.
O protótipo de arma escolhido será testado pelo exército durante 14 meses e, caso agrade aos americanos, será assinado um acordo com a empresa para a produção de armamento com estas tecnologias.
Com esta iniciativa, o exército dos Estados Unidos pretende que os seus soldados cometam menos erros e que se evite o “fogo amigo”, que ilustra o ato de ferir ou matar um soldado aliado. As armas serão produzidas em versões semi-automáticas e automáticas e poderão substituir as atuais M4A1 e M249
.Estas são armas já “desatualizadas”, sendo que o exército americano começou a usá-las em 1994 e fins dos anos 80, respetivamente. O Departamento de Defesa pede também que seja incluída uma tecnologia que mostra, nos óculos dos soldados, o ponto exato que a bala vai atingir.
Não só as situações de “fogo amigo” acidentais seriam corrigidas, como também a pontaria dos soldados subiria exponencialmente. O casamento entre tecnologia e armamento continua e o exército deseja um sistema de comunicação sem fios, que permita o registo de dados estatísticos e mostre informações como a distância para o alvo, balas no carregador e a temperatura da arma.
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Fuzil?
Em Portugal é espingarda.