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O antigo comissário europeu e ex-dirigente socialista António Vitorino

O antigo ministro António Vitorino e o ex-embaixador Seixas da Costa estarão a ser investigados no chamado caso EDP. A informação constará do despacho do Ministério Público (MP) que pede o agravamento das medidas de coacção de António Mexia, João Manso Neto e João Conceição.

O jornal Observador teve acesso a esse despacho e refere que o MP suspeita que os arguidos António Mexia, João Manso Neto e João Conceição levaram Vitorino e Seixas da Costa para a EDP, onde terão tido um papel relevante em diversas matérias, designadamente nos Contratos de Manutenção de energia e na construção da barragem do Foz Tua, casos que estão a ser investigados no processo-crime.

Em declarações ao Observador, António Vitorino rejeita qualquer conflito de interesses, enquanto Seixas da Costa fala de “uma insinuação inqualificável”.

Vitorino foi presidente da Assembleia Geral da Holding da EDP entre 2013 e 2018, ano em que renunciou ao cargo depois de ter sido eleito director-geral da Organização Internacional das Migrações (OIM).

Seixas da Costa é administrador não executivo da EDP Renováveis desde 2016.

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