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O primeiro-ministro decidiu recorrer à Internet para explicar aos portugueses a proposta do Orçamento de Estado para 2016.
Para já estão disponíveis dois vídeos, depois de terem sido publicados este domingo à tarde no Twitter do Governo, mas António Costa já anunciou que ao longo da semana vão surgir ainda mais.
Com cerca de um minuto e meio de duração, os dois fazem parte de uma iniciativa do Governo para explicar aos portugueses a proposta do Orçamento de Estado.
“Quero explicar-lhe pessoalmente a nossa proposta para o Orçamento de Estado para 2016”, diz Costa no primeiro vídeo.
O primeiro-ministro continua a apresentação, classificando este Orçamento como “exigente” mas “responsável” e que consegue “cumprir os objetivos eleitorais” a que se propôs.
Na perspetiva do líder do Partido Socialista, a ideia é que este Orçamento traga ao país três focos essenciais: “mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade”.
Costa refere que o Governo já está a tomar medidas para atingir estes objetivos, como é o caso do aumento do salário mínimo, a aceleração da execução dos fundos comunitários e o regresso do Simplex.
O chefe do Executivo garante que a proposta “cria condições para termos mais crescimento e melhor emprego, maior proteção social e permite uma gestão de rigor que diminua o défice e ainda diminua a dívida pública”.
No segundo vídeo, Costa diz novamente que este é um Orçamento “responsável” e “que quer virar a página da austeridade”.
O primeiro-ministro explica que, para isso, quer “fazer as escolhas certas” e dá como exemplo a diminuição do IRS para 99,7% dos portugueses, enquanto que a tributação da Banca para o Fundo de Resolução foi aumentada.
Ainda um outro exemplo dado por António Costa é a redução do IVA da restauração, em contrapartida com o aumento dos impostos especiais sobre o consumo.
“Não queremos que sejam os mesmos a pagar. Queremos que o esforço seja distribuído com justiça e com equidade”, afirma.
Ainda não se sabe quando será publicado o próximo vídeo e se outras figuras do Governo vão aparecer nestes vídeos explicativos.
ZAP
Muito bem. A classe política precisa utilizar cada vez mais estes novos canais de comunicação.