O eurodeputado do PSD saiu, esta segunda-feira, do tribunal de Viseu, onde foi ouvido desde manhã no âmbito do caso “Rota Final”, com termo de identidade e residência e obrigado ao pagamento de uma caução de 40 mil euros.

De acordo com o Jornal de Notícias, Álvaro Amaro foi sujeito ao pagamento de uma caução de 40 mil euros para aguardar julgamento em liberdade no caso do processo Rota Final.

O eurodeputado do PSD foi ouvido, esta segunda-feira, no tribunal de Viseu, tendo ficado sujeito ao termo de identidade e residência e ainda proibido de contactar com os outros arguidos do caso.

O ex-presidente da Câmara da Guarda foi constituído arguido por suspeitas de corrupção, tráfico de influências, participação económica em negócio, prevaricação e abuso de poder.

Em declarações ao diário, o advogado Castanheira Neves revelou que o seu cliente vai tomar posse como eurodeputado esta terça-feira e, tal como já tinha sido noticiado

, não vai gozar de imunidade parlamentar.

As autoridades constituíram cinco arguidos no âmbito da operação “Rota Final”. Além do recém-eleito eurodeputado do PSD, os ex-presidentes das câmaras de Lamego e de Armamar (Francisco Lopes e Hernâni Almeida, respetivamente), um funcionário da câmara de Lamego e um administrador do Grupo Transdev também são arguidos.

Em causa está um esquema fraudulento “de viciação de procedimentos de contratação pública, com vista a favorecer pessoas singulares e coletivas”.

Álvaro Amaro é ainda arguido num outro processo, pela alegada prática dos crimes de fraude na obtenção de subsídio e prevaricação.

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