O Pentágono anunciou, esta terça-feira, que 50 militares norte-americanos foram diagnosticados com lesões cerebrais traumáticas na sequência do ataque iraniano na base militar de Ain al-Assad, no Iraque.
Na última sexta-feira, o porta-voz do Pentágono, Jonathan Hoffman, anunciou que 34 militares tinham ficado com lesões cerebrais traumáticas. Segundo o New York Post, o número aumentou agora para 50.
Esta terça-feira, o também representante do Pentágono, o tenente-coronel Thomas Campbell, afirmou que dos 50 militares, 31 já voltaram ao serviço e que outros 18 foram levados para a Alemanha para mais avaliações e tratamentos.
Durante a madrugada de 8 de janeiro, Teerão lançou mísseis contra as bases de Ain al-Assad e Erbil, no Iraque, onde estão estacionados alguns dos 5200 soldados norte-americanos, em retaliação pela eliminação do general iraniano Qassem Soleimani.
Inicialmente, o Presidente norte-americano, Donald Trump começou por dizer que o ataque não tinha matado ou ferido qualquer militar norte-americano. Mais tarde, o comando central das forças armadas contrariou
o chefe de Estado, tendo admitido que 11 soldados ficaram feridos.Na semana passada, durante o Fórum Económico Mundial de Davos, que decorreu na Suíça, Trump foi questionado pelos jornalistas sobre as lesões destes soldados. “Ouvi dizer que tinham dores de cabeça. E algumas outras coisas. Mas posso dizer que não é muito grave”, afirmou na altura.
De acordo com o mesmo jornal nova-iorquino, a lesão cerebral traumática pode prejudicar o raciocínio, a memória, a visão, a audição e outras funções. Em casos severos, pode resultar em coma, amnésia e até mesmo morte.
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Nos EUA chamam lesões cerebrais traumáticas.
Cá chamamos um ganda cagaço.