António Cotrim / Lusa
Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 421 casos de infeção por covid-19, elevando o número total de infetados para 35.306. Foram registados mais sete óbitos.
De acordo com o boletim epidemiológico da Direção-geral da Saúde (DGS) publicado esta terça-feira, Portugal contabilizou 421 novos casos de covid-19 desde segunda-feira – um aumento de 1,2%. Na segunda-feira, registaram-se 192 novos casos. Esta é maior subida de novos casos desde 8 de maio.
O número de novos casos subiu mais em Lisboa e Vale do Tejo: há mais 386 infetados, o que representa 91,7% dos novos casos registados no país. Também aí foram oficializadas 5 das 7 mortes. As restantes duas foram na região Norte.
No Norte, registaram-se 19 novos casos, no Centro 11 e no Algarve, Açores e Madeira não foram detetados novos casos de infeção.
Estão internados 394 doentes (mais 28), sendo que destes 65 encontram-se nos cuidados intensivos (mais 10 pessoas nas últimas 24 horas).
Portugal registou também mais sete mortes por covid-19 – um aumento de 0,5% -, elevando o número total de óbitos no país para 1.492.
Aguardam resultados laboratoriais 1.618 pessoas e estão em vigilância pelas autoridades de saúde 30.176.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, dados preliminares mostram uma taxa de positivos de 4,53% entre o total de testes efetuados a funcionários de empresas com risco associado na região de Lisboa e Vale do Tejo.
António Sales revelou também que 75% dos profissionais de saúde infetados com o novo coronavírus em Portugal já se encontram recuperados. O valor corresponde a 2.727 pessoas. Apenas 25% são casos ativos.
António Sales justificou o aumento do número de casos na região de Lisboa e Vale do Tejo com a testagem massiva que, até ao momento, permitiu fazer um diagnóstico a 12.225 pessoas. Ao todo, foram realizados 14 mil testes, dos quais 555 deram positivo. “Se testamos mais, é natural que possamos encontrar mais [casos]”, declarou o secretário de Estado.
Em relação ao foco em Azambuja, Graça Freitas garantiu que está, neste momento “em resolução”. Segundo a diretora-Geral da Saúde, são mais as pessoas que estão a recuperar da doença do que aquelas que estão a ser diagnosticadas com covid-19. No futuro, “este foco tenderá a extinguir-se”.
Questionada sobre um eventual regresso do público aos estádios de futebol, Graça Freitas afirmou que isso não está a ser equacionado “pelo menos nesta temporada”.
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E que tal uma cerca sanitária na região de lisboa?! Acho que já vai tarde.